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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; Internacional</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeita sua inteligência.</description>
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		<title>Brasil quer garantias de segurança a brasiguaios</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, pediu ao embaixador do Brasil no Paraguai, Eduardo Santos, que obtenha garantias de segurança do governo do presidente Fernando Lugo para os brasiguaios, afastando a ameaça de novos conflitos. A situação dos agricultores brasileiros, chamados de brasiguaios, no Alto Paraná, fronteira do Paraguai com o Brasil, é acompanhada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O<a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/brasil-x-paraguai.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-43242" title="brasil x paraguai" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/brasil-x-paraguai-280x240.jpg" alt="" width="280" height="240" /></a> ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, pediu ao embaixador do Brasil no Paraguai, Eduardo Santos, que obtenha garantias de segurança do governo do presidente Fernando Lugo para os brasiguaios, afastando a ameaça de novos conflitos. A situação dos agricultores brasileiros, chamados de brasiguaios, no Alto Paraná, fronteira do Paraguai com o Brasil, é acompanhada por Patriota, que conversa diariamente por telefone com Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">O clima de apreensão envolve os brasiguaios há mais de uma semana. Os agricultores brasileiros são pressionados pelos sem-terra paraguaios, denominados carperos, para que abandonem suas terras. O governo paraguaio informou que pretende rever os procedimentos de medição das propriedades e comprometeu-se a buscar uma solução para o impasse.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o dia 23 de janeiro, os brasiguaios e os sem-terra paraguaios estão em conflito na região de Santa Rosa del Monday, no Alto Paraná. Para os sem-terra paraguaios, as terras foram ocupadas irregularmente. Eles alegam que, anteriormente, os terrenos seriam usados para fins de reforma agrária. Mas os brasileiros negam que as terras sejam irregulares.</p>
<p style="text-align: justify;">No Paraguai, a delimitação de terras é submetida a uma legislação complexa. Recentemente, houve alteração na lei referente à faixa de fronteira, aumentando ainda mais o número de interpretações sobre as ocupações de terra. A estimativa é que cerca de 350 mil brasileiros vivam em território paraguaio – a maioria formada por agricultores.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos dias, o impasse que envolve brasileiros e paraguaios é tema de várias reuniões das autoridades dos dois países. O principal interlocutor do Brasil é o embaixador Eduardo Santos, que se dedica a conversar com integrantes do governo e parlamentares para encerrar a tensão. Do lado paraguaio no Brasil, o assunto é acompanhado pelo encarregado de Negócios do Paraguai em Brasília (o principal representante do governo na capital federal), Didier Olmedo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>ONU declara fim do estado de fome severa na Somália</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou hoje (3) o fim do estado de fome severa na Somália, na África. A entidade informou que as colheitas e a ajuda humanitária contribuíram para melhorar a situação na região. Porém há, ainda, 2,3 milhões de pessoas que precisam de ajuda urgente. “[Mas] a crise não acabou&#8221;, alertou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/somalia-crise.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-43230" title="somalia-crise" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/somalia-crise-280x157.jpg" alt="" width="280" height="157" /></a>A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou hoje (3) o fim do estado de fome severa na Somália, na África. A entidade informou que as colheitas e a ajuda humanitária contribuíram para melhorar a situação na região. Porém há, ainda, 2,3 milhões de pessoas que precisam de ajuda urgente. “[Mas] a crise não acabou&#8221;, alertou o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), o brasileiro José Graziano, durante uma conferência em Nairobi.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os resultados são frágeis e regredirão, se o apoio não continuar&#8221;, disse o coordenador de Assuntos Humanitários das Nações Unidas para a Somália, Mark Bowden. &#8220;Milhões de pessoas continuam precisando de comida, água limpa, abrigo.”</p>
<p style="text-align: justify;">O último relatório da Unidade de Nutrição e Segurança Alimentar na Somália informa que o número de pessoas em situação de emergência humanitária caiu de 4 milhões para 2,3 milhões &#8211; o que representa 31% da população da Somália.</p>
<p style="text-align: justify;">O estado de fome severa, declarado pela ONU, atingia seis regiões da Somália e envolvia 750 mil pessoas com risco de morrer devido à falta de alimentos. Pelos critérios das Nações Unidas, a fome severa é decretada em uma área na qual 20% da população sofrem com a falta de alimentos e 30% são vítimas de má nutrição e a taxa de mortalidade é de mais de duas pessoas em cada 10 mil por dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>Irã lança satélite no espaço no momento em que pode ser alvo de sanções</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 11:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, determinou, por videoconferência, o lançamento hoje (3) de um satélite de observação para o espaço. O chefe da Agência Espacial do Irã, Hamid Fazeli, informou que o satélite Navid foi lançado com sucesso e ficará em órbita de 250 quilômetros (km) a 370 km de altitude. O lançamento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/internacional_03020857.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-43215" title="internacional_03020857" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/internacional_03020857-280x209.jpg" alt="" width="280" height="209" /></a>O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, determinou, por videoconferência, o lançamento hoje (3) de um satélite de observação para o espaço. O chefe da Agência Espacial do Irã, Hamid Fazeli, informou que o satélite Navid foi lançado com sucesso e ficará em órbita de 250 quilômetros (km) a 370 km de altitude.</p>
<p style="text-align: justify;">O lançamento do satélite ocorre no momento em que a comunidade internacional quer retomar a discussão para intensificar as sanções ao Irã. Ontem (2), o Parlamento da União Europeia aprovou uma moção em defesa de mais restrições ao Irã como forma de o governo abandonar o desenvolvimento do programa nuclear no país, que é suspeito de produzir armas atômicas. O país é alvo de sanções econômicas, financeiras e comerciais, intensificadas desde 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Ahmadinejad disse que o satélite faz parte do projeto denominado Promessa de Ciência e Indústria. Fazeli destacou que o objetivo com o lançamento do satélite é fazer testes e filmar a Terra com maior precisão. O satélite tem 50 quilos e pode ser usado em várias áreas – meteorologia para a gestão de desastres naturais e medição da temperatura e umidade do ar.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Fazeli, o satélite tem sensores e foi construído por alunos da Universidade de Tecnologia de Sharif sob supervisão do professor doutor Hossein Bolandi, que integra a equipe do Conselho Superior do Espaço do Irã.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>Protestos no Egito depois de violência em estádio provocam duas mortes</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 11:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Egito, os manifestantes voltaram às ruas hoje (3) para mais um dia de protestos contra a violência ocorrida durante o jogo de futebol, no qual 74 pessoas acabaram morrendo. Só ontem (2), pelo menos duas pessoas morreram quando a polícia egípcia entrou em confronto com manifestantes na cidade de Suez. Os dois mortos são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/futebol-no-egito.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-43212" title="futebol no egito" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/futebol-no-egito-280x210.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a>No Egito, os manifestantes voltaram às ruas hoje (3) para mais um dia de protestos contra a violência ocorrida durante o jogo de futebol, no qual 74 pessoas acabaram morrendo. Só ontem (2), pelo menos duas pessoas morreram quando a polícia egípcia entrou em confronto com manifestantes na cidade de Suez.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois mortos são as primeiras vítimas em manifestações organizadas, depois de um briga ao final do jogo de futebol – entre as equipes de Al Ahly (do Cairo, a capital) do Zamalek (Porto Said, na costa) – que provocou 74 mortos. As duas vítimas de ontem foram atingidas por disparos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas ontem, aproximadamente 3 mil pessoas protestaram em frente do quartel principal da polícia na cidade de Suez. Policiais usaram gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar os manifestantes. Os protestos ocorreram no Cairo e em várias cidades egípcias.</p>
<p style="text-align: justify;">Na quarta-feira (1º), os torcedores do Al Ahly e do Zamalek se enfrentaram após o jogo de futebol. A confusão ocorreu depois de o árbitro ter apitado o fim do jogo cujo placar foi 3&#215;1 para o Al Ahly. As autoridades do Egito decretaram luto oficial. Além das 74 mortes, várias pessoas ficaram feridas.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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