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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; Nossa Opinião</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeitamos sua inteligência.</description>
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		<title>Lula, o transferidor de votos</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 17:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devair Guimarães de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Devair Guimarães de Oliveira  (JM1) Nem os mais renomados analistas políticos esperavam que o presidente Lula pudesse transferir tantos votos como vem apontando as pesquisas. Não foi à toa que Obama disse “esse é o cara”, a imagem do presidente é mesmo forte. Analistas imaginavam que Dilma Rousseff chegaria nos 30% e pararia por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Devair Guimarães de Oliveira  (JM1)</em></p>
<p>Nem os mais renomados analistas políticos esperavam que o presidente Lula pudesse transferir tantos votos como vem apontando as pesquisas. Não foi à toa que Obama disse “esse é o cara”, a imagem do presidente é mesmo forte. Analistas imaginavam que Dilma Rousseff chegaria nos 30% e pararia por aí por ser desconhecida do público, mas bastou pouco mais de uma semana de propaganda eleitoral para disparar nas pesquisas que avaliam a intenção de voto dos eleitores, tudo indicando para liquidar logo a chance de um segundo turno. O marqueteiro acertou em colar a imagem de Dilma em Lula. O que estamos vendo em Minas Gerais são os candidatos do PSDB cabisbaixos evitando falar em Serra, em Manhuaçu, por exemplo, cidade pólo ainda não apareceu uma foto do candidato dos tucanos, mas a surpreendente subida de Anastásia trouxe novo ânimo, mas Lula está vindo aí para um grande duelo de popularidade com Aécio, vai ser o maior teste dos eleitores mineiros, os pobres acham o presidente um “pai”. Com seus programas populares e paternos, conseguiu ter entre os mais humildes, a fama de “o melhor presidente do país até hoje”. Não se vê mais falar no PT e sim no Lula. Em sua primeira campanha se via muito a estrelinha petista, hoje o fenômeno é sua imagem, muitos candidatos tentam vincular sua imagem a do presidente, mas o fermento pegou mesmo é com Dilma. Serra e Marina em muitos momentos falam a mesma língua de Dilma, e não apresentam nada de novo parecendo que são candidatos do presidente, todos tentando tirar alguns dividendos da imagem do homem. Os candidatos nos demais estados – como Mercadante em São Paulo e Agnelo Queiroz (DF) – tentam a mesma estratégia. Sem êxito. O pai do partido se desvinculou do PT (tanto que quase não cita o partido em seus pronunciamentos) a estrela hoje é a sua própria imagem. Isso sem falar que realmente fez um bom trabalho na presidência – mesmo com a crise econômica tomou medidas acertadas para que o povo não pagasse a conta. Soube usar e preservar a política importante que herdou do governo FHC e tornou o Brasil mais popular. A maior prova da carência (em todos os sentidos) do nosso povo. Dilma coladinha em Lula ia muito bem, mas o escândalo envolvendo a filha de José Serra (PSDB) poderá tirar da petista o sonho de uma vitória no primeiro turno. O caso é grave e o crime merece reflexão, democracia no Brasil? Há muitos abusos de poder e nossa democracia brasileira carente, ainda poderá ficar mais pobre se ocorrer uma vitória já no dia três, vai ficar um pouco sem sal, uma vitória no segundo turno daria mais legitimidade. O povo quer ver os candidatos debatendo cara limpa sem marqueteiros. A campanha de Serra e de Marina tendem a explorar os inimigos do passado que hoje são aliados de Dilma como Collor e Sarney e os que foram afastados por irregularidades no governo. Zé Dirceu, Delubio e outros. Deve aparecer nas propagandas dos próximos dias alguma coisa relacionadas aos casos não muito explicados e resolvidos, como Petrobras, mensalão, correios etc. Mas, não há certeza de serem bem entendidos pelo povo, mas na reta final, vai ser pelo tudo ou nada.</p>
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		<title>A separação e os filhos</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 20:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde que foi promulgada no Brasil a lei do divórcio em 1977, tornou-se prática cada vez mais comum e com a ajuda de sua desburocratização, tornou-se tão natural quanto o próprio casamento. A questão, é que o divórcio muitas vezes não diz respeito apenas ao casal envolvido. Quando o casal já tem filhos, o processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/07/guarda-dos-filhos1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14209" title="guarda-dos-filhos" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/07/guarda-dos-filhos1.jpg" alt="" width="535" height="335" /></a>Desde que foi promulgada no Brasil a lei do divórcio em 1977, tornou-se prática cada vez mais comum e com a ajuda de sua desburocratização, tornou-se tão natural quanto o próprio casamento. A questão, é que o divórcio muitas vezes não diz respeito apenas ao casal envolvido. Quando o casal já tem filhos, o processo pode tornar-se mias penoso devido à presença das crianças e pode até ser prejudicial ao desenvolvimento destas.</p>
<p>Foi aprovado pela Câmara o projeto de lei que define e pune a síndrome de alienação parental. Ao defender a aprovação desta, o relator senador Pedro Simon, explicou a prática como uma tentativa de um dos cônjuges – normalmente o que detém a guarda judicial no caso de separação – de colocar os filhos contra o outro.</p>
<p>A síndrome de alienação parental também é conhecida como ‘implantação de falsas memórias”. Pela definição dada no projeto, “considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou á manutenção de vínculos com este”.</p>
<p>A proposta cita como exemplos de alienação parental a “campanha” de desqualificação da conduta do pai ou da mãe; a imposição de dificuldades ao exercício da autoridade do pai ou da mãe; a criação de obstáculos ao contato e convivência de criança ou adolescente com pai ou mãe; a omissão, ao pai ou á mãe, de informações relevantes sobre a criança ou o adolescente; e a apresentação de falsas denúncias.</p>
<p>A medida realmente se faz necessária e vem somar à todas as leis, regimentos e estatutos da criança, pois muitas vezes a má educação e os maus tratos começam dentro de casa. A separação dos pais, por si só, pode ser um trauma para a criança, e através de medidas como essa outros traumas podem ser evitados.</p>
<p>João Paulo de Sousa Vieira</p>
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		<title>O futuro da mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas lideranças andam preocupadas com o futuro da mídia. Antes da internet batalhas no mundo inteiro foram vencidas através da manipulação de governos. Com o avanço tecnológico através da rede mundial de computadores, dos jornais online independentes, blogs, e-mails e os famosos sites de relacionamentos têm dificultado a manipulação, agora é impossível barrar as informações, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2009/06/nossa_opiniao.jpg" alt="" width="245" height="158" />Muitas lideranças andam preocupadas com o futuro da mídia. Antes da internet batalhas no mundo inteiro foram vencidas através da manipulação de governos. Com o avanço tecnológico através da rede mundial de computadores, dos jornais online independentes, blogs, e-mails e os famosos sites de relacionamentos têm dificultado a manipulação, agora é impossível barrar as informações, veja o caso do Irã que cancelou todas as permissões de trabalho dos jornalistas estrangeiros, a mídia internacional enfrentou o desafio de acompanhar a situação do país recebendo informações por meios alternativos, o celular foi fundamental para registrar imagens e enviá-las pela internet e isso veio viabilizar as informações; em um futuro bem próximo os governos vão ter que ceder a grande pressão da multidão de internautas que não precisarão sair às ruas, vai usar a internet.</p>
<p>Dia 12/09/09 li uma reportagem publicada no The New York Times por Anand Giridharadas (indiano) bastante reveladora, foi um ensaio feito pelo presidente Barack Obama que fez perguntas aos internautas sobre o problema da saúde e foi surpreendido por milhões de americanos que preferiram discutir a legalização da maconha. Obama sabe que terá que interagir com os americanos via internet, que muitos acreditam vão deter o maior poder de pressão sobre as políticas e exigir a interatividade em duas vias.</p>
<p>A libertação pelo conhecimento tecnológico e a democratização da comunicação está revolucionando as relações, não é o que a maioria dos governos gostaria, mas é o que está acontecendo, ficará difícil deter a vontade popular, é a comunicação a serviço da humanidade. Dia 20 de outubro tivemos uma experiência importante que merece reflexão. O nosso jornal online www.jm1.com.br publicou uma nota que tratava da paralisação do dia seguinte do SERJUSMIG – Sindicato dos Servidores da Justiça de 1ª Instância de Minas Gerais, à noite o Jornal Nacional da Rede Globo também noticiou a nota, no dia 21 os servidores em todo o estado começaram a pesquisar nos sites de busca alguma notícia, e aí não deu outra, mas uma vez ficou provado que os jornais online não têm fronteiras, milhares de servidores acessaram o nosso site e serviu para deixar todos no estado bem informados, com isso outras mídias publicaram alguma coisa também.  Há poucos anos atrás esta nota ficaria no silêncio, por falta de publicação em grandes jornais, hoje eu diria que o povo se libertou da escravidão em que era submetido pela monopolização da informação. Agora não importa sua localização, se no Brasil, Estados Unidos, Japão ou até mesmo na África do Sul, basta conectar na rede mundial de computadores isso é a revolução da informação. Os ditadores estão com os dias contados e os internautas querem dos governos interatividade uma prestação de serviço via internet, que hoje atende os governos numa via única, ou seja, os governantes usam a rede para cobrar impostos e vários outros serviços, os cidadãos conectados exigem uma duplicação nesta via e os governos comecem a prestar serviço através da rede. Será inevitável a mudança de postura de governantes, porque os jornais online independentes, Blogs, e outros têm desempenhado um papel importante para todos os cidadãos do mundo. Muitos jornais famosos tiveram suas edições impressas reduzidas e outros fecharam. Com a internet não há fronteiras e é o meio de comunicação mais democrático que existem isso é só o começo, dentro de pouco tempo os internautas vão interagir e interferir diretamente nas decisões governamentais, deletando os maus políticos.</p>
<p>Recentemente um político famoso envolveu-se em um caso que movimentou milhões de e-mails que navegaram de Norte a Sul do país, mas as autoridades não deram bola e o político continua com todo o seu poder. No momento oportuno o povo internauta estará excluindo estes vírus do meio da sociedade.</p>
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		<title>Ideia de punir militares é revanchismo”, afirma Jobim</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 22:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devair Guimarães de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Há um pensamento de revanchismo entre muitos políticos que acham que a Lei da Anistia promulgada pelo então Presidente João Batista de Oliveira Figueiredo só vale para os civis, estes políticos deveriam pensar nos militares que morreram em cumprimentos de seus deveres. Comandados não devem pagar pelos atos das ordens de seus comandantes, até porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide img_2" rel="attachment wp-att-3217" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2009/06/nossa_opiniao.jpg" onclick="return hs.expand(this)"><img class="alignleft size-medium wp-image-3217" title="nossa_opiniao" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2009/06/nossa_opiniao-280x180.jpg" alt="nossa_opiniao" width="280" height="180" /></a>Há um pensamento de revanchismo entre muitos políticos que acham que a Lei da Anistia promulgada pelo então Presidente João Batista de Oliveira Figueiredo só vale para os civis, estes políticos deveriam pensar nos militares que morreram em cumprimentos de seus deveres.<br />
Comandados não devem pagar pelos atos das ordens de seus comandantes, até porque muitos que cumpriram tais tarefas juraram cumprir as ordens de seus superiores e os superiores cumpriam a constituição, mas para a maioria eles não sabiam o que estava acontecendo não entendiam de regimes políticos, sua realidade era aquela e aprendiam que ordem não se discute cumpre-se, esse é o lema nas forças militares de qualquer país.<br />
Isso vem desde as primeiras civilizações, e Deus em sua sabedoria divina isenta o militar que comete crimes quando estão cumprindo ordens, no caso de guerras etc. estes pecados segundo a palavra de Deus é imputado aos comandantes.<br />
Só no governo Lula muitos cidadãos foram beneficiados com indenizações e aposentadorias em nome da Lei de Anistia, pessoas que lutaram contra o regime em vigor na ocasião, cidadãos estes, que cometeram também atrocidades para conseguir seus objetivos, aqui não se discute se era ou não legal, mas em toda luta para sustentar seus objetivos, bancos foram assaltados e outros ilícitos foram cometidos em nome da sobrevivência. Justiça deve ser feita para todos. Gostaria de saber quantas famílias dos inocentes soldados que morreram cumprindo seus deveres foram beneficiadas pela Lei da Anistia, elas também foram vítimas.<br />
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, classificou como “revanchismo” a ideia de punir militares que tenham cometido atos de tortura durante o período de ditadura militar. Embora tenha organizado um grupo de trabalho que já está em campo para localizar mortos da Guerrilha do Araguaia, Jobim destaca que a busca tem a importância de contemplar o direito à memória e não de servir ao revanchismo. “Uma coisa é o direito à memória, outra é revanchismo e, para o revanchismo, não contem comigo”, disse o ministro em entrevista à Agência Brasil.<br />
A ideia de derrubar o perdão aos militares que cometeram atos de tortura está presente em uma ação apresentada em outubro do ano passado pela Ordem dos Advogados do Brasil no Supremo Tribunal Federal (STF).<br />
A ação questiona a prescrição e a responsabilização de crimes de torturapraticados durante o regime militar. Ela contesta a validade do Artigo 1º da Lei da Anistia (6.683/79) que considera como conexos e igualmente perdoados os crimes “de qualquer natureza” relacionados aos crimes políticos ou praticados por motivação política, no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979.<br />
Políticos e organizações defensoras de direitos humanos defendem que a Lei de Anistia não deve servir para absolver os militares que torturaram. Na avaliação de Jobim, se o STF for favorável à ação estará cometendo um equívoco.<br />
“Se o Supremo decidir que a Lei de Anistia não é bilateral, o que eu não acredito, terá que enfrentar um outro assunto: a prescrição. Há um equívoco. Dizem que os tratados internacionais consideram alguns c r i m e s imprescritíveis.<br />
Mas, no Brasil, não é assim. Os tratados internacionais aqui não valem mais que a Constituição. Eles estão sujeitos à Constituição brasileira, que dá imprescritibilidade para um crime só: o de racismo. Trata-se de uma questão legal”, explicou o ministro. Jobim ressaltou a necessidade de tomar atitudes diferentes das que foram tomadas por outros países da América Latina, como a Argentina e o Uruguai sobre o período. “Quero que o futuro se aproxime do presente.<br />
Às vezes, gastamos uma energia brutal refazendo o passado. Existem países sulamericanos que estão ainda refazendo o passado, não estão construindo o futuro. Eu prefiro gastar minha energia construindo o futuro”, destacou o ministro. “Não posso comparar o Brasil com a Argentina ou com o Uruguai. Houve um acordo político em 1979. Houve um projeto de lei que foi aprovado pelo Congresso Nacional. A questão hoje não é discutir se é a favor ou contra torturadores. A questão hoje é saber se podemos ou devemos rever um acordo político que foi feito por uma classe política que já hoje está praticamente desaparecida. É legítimo fazer isso? Vamos perder um tempo imenso fazendo isso”, destacou Jobim, que já foi presidente do STF e quando foi ministro da Justiça, no governo de Fernando Henrique Cardoso, criou a primeira comissão para investigar mortos e desaparecidos políticos.<br />
A criação da operação para localizar mortos da Guerrilha do Araguaia, chamada de Operação Tocantins, atende a uma determinação judicial para que o Estado brasileiro dê respostas sobre o assunto. A sentença da Justiça Federal determinou a quebra do sigilo das informações militares sobre todas as operações de combate à Guerrilha do Araguaia e que a União informe onde estão sepultados os mortos no episódio.<br />
Há uma semana, o ministro chegou a se reunir com integrantes da Comissão de Mortos de Desaparecidos Políticos da Secretaria Especial de Direitos Humanos para apresentar o planejamento das ações do grupo de trabalho, criado no final de abril. O planejamento inclui quatro fases.<br />
“Temos uma obrigação legal de prestarmos informações em uma ação judicial que determinou que nós localizássemos os cadáveres. A primeira fase [da operação] já foi montada, que é a nomeação desse grupo de trabalho, e agora vem a segunda, que é o reconhecimento do local. Na segunda quinzena de julho começa a terceira fase.<br />
Dependendo do resultado ainda tem a quarta fase, que envolvem laboratórios para a análise do que foi encontrado”, explicou o ministro.<br />
<strong><em><span style="font-family: mceinline;"> Por Devair Guimarães de Oliveira</span></em></strong></p>
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