<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; Momentos de Reflexões</title>
	<atom:link href="http://www.jm1.com.br/categoria/colunas/momentos-de-reflexoes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.jm1.com.br</link>
	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeitamos sua inteligência.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 Jul 2010 11:30:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>O paralítico da piscina</title>
		<link>http://www.jm1.com.br/2010/03/o-paralitico-da-piscina/</link>
		<comments>http://www.jm1.com.br/2010/03/o-paralitico-da-piscina/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 10:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Momentos de Reflexões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jm1.com.br/2010/03/o-paralitico-da-piscina/</guid>
		<description><![CDATA[Em Jerusalém havia uma piscina chamada Betesda. Dizia a tradição que ela desfrutava do privilégio de ter suas águas periodicamente movimentadas por seres invisíveis, que lhes concediam poder curador. Todo aquele que se banhasse nelas, em primeiro lugar, seria beneficiado com a recuperação da saúde. Por isso mesmo, aquele era um lugar sagrado para onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Jerusalém havia uma piscina chamada Betesda. Dizia a tradição que ela desfrutava do privilégio de ter suas águas periodicamente movimentadas por seres invisíveis, que lhes concediam poder curador.</p>
<p>Todo aquele que se banhasse nelas, em primeiro lugar, seria beneficiado com a recuperação da saúde.</p>
<p>Por isso mesmo, aquele era um lugar sagrado para onde acorriam os enfermos desenganados, os pedintes ociosos.</p>
<p>O espaço era disputado pelos infelizes que buscavam o milagre da facilidade.</p>
<p>Alguns dos pacientes daquele lugar já tinham de tal modo se acomodado à sua situação que simplesmente ali ficavam para pedir esmolas.</p>
<p>Assim era com aquele homem que há 38 anos estava paralítico. Todos os dias a sua cama era para ali conduzida.</p>
<p>Realmente, ele já não acreditava na cura. Voltava sempre porque ali se distraía, observando a multidão a se movimentar. Ali conversava, dormia, tornando menos solitária sua vida. E esmolava&#8230;</p>
<p>Há muito desistira de ficar à borda da piscina para se jogar quando ocorresse a movimentação das águas.</p>
<p>Aquele era um lugar de fé e o homem já não a tinha. Desencantara-se. Nada mais lhe parecia importante.</p>
<p>Foi quando Jesus, dirigindo-Se à cidade dos profetas tomou-Se de compaixão por aquela desditosa e imensa massa humana.</p>
<p>Deteve-Se e observou o paralítico em seu catre de miséria. Conhecedor da alma humana, o interrogou:</p>
<p>Queres ficar são?</p>
<p>O enfermo se desculpou, dizendo que não tinha ninguém que o lançasse na piscina, quando a água se agitasse.</p>
<p>Era uma mera desculpa. Se o quisesse verdadeiramente, ficaria próximo à borda e se jogaria, tão logo percebesse o movimento das águas.</p>
<p>Jesus lhe penetrou o íntimo e nele leu que aquela criatura já expungira todas as suas dores e débitos passados, em quase quatro décadas de sofrimentos e limitações.</p>
<p>E lhe ordenou:</p>
<p>Levanta-te, toma o teu catre e anda.</p>
<p>O paciente foi tomado pela surpresa. Sentiu que novas forças o dominavam. Ergueu-se, tomou a maca e começou a andar, recuperado.</p>
<p>Explodiu de alegria e as exclamações lhe brotaram dos lábios, sensibilizando a todos que o observavam.</p>
<p>Mais tarde, naquele mesmo dia, Jesus encontrou o antigo enfermo no Templo e lhe disse:</p>
<p>Foste curado. Não tornes a errar para que não te suceda alguma coisa pior.</p>
<p>A terapia do amor o libertara da escravidão, porém, se fazia necessária a mudança moral para que o equilíbrio não lhe tornasse a faltar.</p>
<p>A piscina de Betesda, em Jerusalém, era uma cisterna, alimentada por uma fonte natural, cuja água parece ter tido propriedades curativas.</p>
<p>Em certas épocas, a fonte jorrava com força, agitando a água. Segundo a crença popular, esse era o momento mais propício às curas.</p>
<p>Possivelmente, ao jorrar a água, mais ativas fossem as suas propriedades. Como as ciências estavam pouco adiantadas, os judeus da época acreditavam que era um anjo que provocava a agitação das águas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jm1.com.br/2010/03/o-paralitico-da-piscina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Íntima Conversa com Deus</title>
		<link>http://www.jm1.com.br/2010/02/intima-conversa-com-deus/</link>
		<comments>http://www.jm1.com.br/2010/02/intima-conversa-com-deus/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 13:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Momentos de Reflexões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jm1.com.br/2010/02/intima-conversa-com-deus/</guid>
		<description><![CDATA[A oração deve ser a expansão da alma para com Deus. É uma conversa muito íntima, uma meditação. É, por excelência, o refúgio dos aflitos e de todos os corações magoados. Nas horas de tristeza, de pesar, quem já não encontrou na prece a calma e o alívio? É nesses momentos que acontece um diálogo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A oração deve ser a expansão da alma para com Deus. É uma conversa muito íntima, uma meditação.</p>
<p>É, por excelência, o refúgio dos aflitos e de todos os corações magoados.</p>
<p>Nas horas de tristeza, de pesar, quem já não encontrou na prece a calma e o alívio?</p>
<p>É nesses momentos que acontece um diálogo profundo entre a alma que sofre e a Divindade.</p>
<p>A alma fala das suas angústias, dos seus desânimos, pede socorro.</p>
<p>Então, no altar da consciência, uma voz responde. É a voz do Pai de onde vem as forças para a luta, o medicamento para as feridas abertas e a luz para os caminhos escuros.</p>
<p>Essa voz consola, reanima, traz coragem. Depois dessa conversa tão profunda, a alma</p>
<p>se ergue menos atormentada e menos triste.</p>
<p>É como se um raio de sol trouxesse a esperança, modificando a paisagem de sombras.</p>
<p>A linguagem da prece varia conforme as necessidades do Espírito Pode ser um grito, um lamento, um desabafo, um balanço geral dos próprios atos Um simples pensamento, uma lembrança, um olhar dirigido para o Céu.</p>
<p>Não existem horas determinadas para a prece. Toda vez que sentirmos a alma emocionada, agitada por um sentimento profundo, é o momento de orar.</p>
<p>Podemos orar à beira dos mares, deixando a alma extravasar sua poesia ao rítmo das ondas que morrem na areia Podemos orar na claridade do dia ou à noite, sob o céu estrelado e a luz da lua.</p>
<p>A nossa prece pode se erguer aos Céus do meio dos campos, entre o trigo que balança as espigas maduras ao vento ou nos bosques, no silêncio das florestas, nas estradas desertas.</p>
<p>Em verdade, tudo ora e tudo celebra a alegria de viver. Se nos dispusermos a ouvir, poderemos unir a nossa prece ao concerto que parte da Terra e busca Deus no Infinito.</p>
<p>Em toda parte, em todos os lugares, poderemos ouvir o cântico da terra que se dirige ao Criador.</p>
<p>Os oceanos erguem suas vozes e os desertos murmuram.  A profundeza dos bosques, o farfalhar das folhas do arvoredo tudo entoa um cântico de gratidão à vida.</p>
<p>Agradecidos pelo dom da vida, que possamos pedir a Deus que nos dê amor ao trabalho, que é o dever de todos sobre a Terra; que ajude a nos esclarecer sobre as nossas imperfeições, essas que enfeiam a nossa alma e adiam o nosso progresso, para que fortalecidos pela sua generosidade, vençamos os obstáculos que impedem a vitória da verdade sobre o erro, da fraternidade sobre o egoísmo.</p>
<p>A prece feita em conjunto é como um feixe de vontades, de pensamentos e perfumes que se dirige para o Criador.</p>
<p>Se pudéssemos avaliar o verdadeiro efeito produzido pelas preces sinceras, oraríamos muito mais porque orar com amor pelos infelizes é uma das mais eficazes formas de caridade.</p>
<p><strong><span style="color: #888888;">Redação do Momento Espírita, com base no cap. 51 do livro Depois da morte, de Léon Denis</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jm1.com.br/2010/02/intima-conversa-com-deus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Buscai e achareis</title>
		<link>http://www.jm1.com.br/2010/01/buscai-e-achareis/</link>
		<comments>http://www.jm1.com.br/2010/01/buscai-e-achareis/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 12:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Momentos de Reflexões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jm1.com.br/?p=9486</guid>
		<description><![CDATA[Há uma passagem no Evangelho na qual Jesus afirma: Buscai e achareis. É interessante notar que a atividade consistente em buscar pressupõe um certo esforço. Quem procura alguma coisa movimenta os recursos de que dispõe para encontrá-la. A promessa do Cristo é que quem procura acha.  Assim, resta a cada um analisar qual é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma passagem no Evangelho na qual Jesus afirma: Buscai e achareis.</p>
<p>É interessante notar que a atividade consistente em buscar pressupõe um certo esforço.</p>
<p>Quem procura alguma coisa movimenta os recursos de que dispõe para encontrá-la. A promessa do Cristo é que quem procura acha.  Assim, resta a cada um analisar qual é a sua busca pessoal.</p>
<p>A liberdade rege o Universo e cada alma decide o caminho que deseja trilhar.</p>
<p>Caso a criatura se encante pelas ilusões mundanas, terminará por vivê-las, em alguma medida. O resultado varia conforme os meios de que estiver disposta a lançar mão e o esforço que despender.</p>
<p>Tudo tem um custo na vida, inclusive a preguiça e a inércia.</p>
<p>Quem opta pelo comodismo arca com o elevado preço das oportunidades desperdiçadas.</p>
<p>Considerando a efemeridade da vida humana, convém refletir bem a respeito do que se elege por meta.</p>
<p>O que realmente compensa buscar com afinco?</p>
<p>Alguns gastam suas energias para enriquecer.</p>
<p>Contudo, as incertezas do mundo dos negócios por vezes causam dolorosas surpresas. Ainda que um homem logre enriquecer, ele não poderá levar a própria fortuna ao morrer.</p>
<p>Fatalmente deixará seus haveres para trás, ao retornar para a pátria espiritual. Assim, conquanto nobres e necessárias, as atividades econômicas não constituem a razão do existir. A vida é triunfante e jamais se acaba, mas a experiência do corpo físico não dura mais do que algumas décadas. Justamente por isso, tudo o que se liga à matéria constitui apenas instrumento para realizações maiores. Não é sensato confundir os meios com os fins, sob pena de preparar amargas surpresas para si próprio.</p>
<p>Constitui desatino comprometer a própria dignidade em troca de gozos fugazes. Os valores e os êxitos mundanos ficam no caminho. Entretanto, a consciência o Espírito leva consigo aonde quer que vá. Na carne ou fora dela, não pode se livrar de si próprio.</p>
<p>Ciente disso, reflita sobre suas opções. O que você incessantemente busca, com quais objetivos gasta suas energias? Dentro de cem anos, suas metas atuais terão alguma relevância? Sem olvidar suas responsabilidades humanas, não seria mais sensato cuidar de seus interesses imortais? Você achará o que procurar, assevera o Evangelho. Pode ser que o salário de suas buscas sejam roupas caras, passeios e gozos os mais diversos.</p>
<p>Nessa hipótese retornará ao plano espiritual na condição de um mendigo.</p>
<p>Mas pode optar por ser alguém generoso e de hábitos puros, um autêntico alento para seus irmãos de jornada.</p>
<p>Se resolver buscar com afinco sua libertação de vícios e mediocridades, fatalmente atingirá essa meta.</p>
<p>O resultado será uma dignidade espiritual que o acompanhará para sempre.</p>
<p>Pense nisso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jm1.com.br/2010/01/buscai-e-achareis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fé</title>
		<link>http://www.jm1.com.br/2010/01/fe/</link>
		<comments>http://www.jm1.com.br/2010/01/fe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 01:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devair Guimarães de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Momentos de Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[deus]]></category>
		<category><![CDATA[estaria]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[onde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jm1.com.br/?p=9308</guid>
		<description><![CDATA[Armando Correa de Siqueira Neto* Já fazia um bom tempo desde que eu deixara de ser aquela criança que, entre os livros e as muitas brincadeiras, olhava para o futuro e perguntava: o que eu serei um dia? Havia em mim a costumeira coragem do jovem que tudo pode mudar, e sem qualquer sombra de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Armando Correa de Siqueira Neto*</p>
<p>Já fazia um bom tempo desde que eu deixara de ser aquela criança que, entre os livros e as muitas brincadeiras, olhava para o futuro e perguntava: o que eu serei um dia? Havia em mim a costumeira coragem do jovem que tudo pode mudar, e sem qualquer sombra de dúvida, seguia o meu caminho certo de que o tempo se encarregaria de apresentar todas as coisas boas da vida. Afinal de contas, eu era aquele que Deus escolhera para brilhar, tão certo quanto o sol que rompe a escuridão que antecede cada manhã. Eu era especial e carregava comigo tal convicção. Nada poderia atrapalhar tão abençoada jornada. Absolutamente nada! Até que&#8230;</p>
<p>Os anos se passaram e uma reviravolta medonha se deu em minha vida. As dificuldades chegaram bem mais pesadas do que supus com a minha ingenuidade e a falsa proteção que eu mesmo criei evitando enxergar a realidade. O emprego era uma tortura. O dinheiro nunca dava. Os estudos ficaram para traz. A esperança também. Até o tão sonhado casamento se mostrou trágico. Nada progredia, tudo falhava. Separação, tristeza, frustração, desespero e apatia pareciam ter entrado por cada poro do corpo e se instalado dentro de mim. Era o fim. Eu já não acreditava em mais nada, havia me tornado o parceiro do azar, e nem as mais simples expectativas se concretizavam. Olhava ao meu redor e me enraivecia ao ver as pessoas felizes, cercadas por suas famílias e protegidas pelas suas casas bem decoradas. Perguntava-me: onde estaria Deus, que me prometera igual cuidado tempos atrás? A única resposta que encontrava era: “Fui esquecido! Completamente.” Até que&#8230;</p>
<p>O tempo prosseguia teimoso e eu me atemorizava com a ideia de que envelheceria daquele jeito, sem eira nem beira, um pobre diabo. Bastante deprimido, passei a desejar a morte, através da qual me livraria do suplício que se enraizara no fundo da alma. Não fui corajoso o suficiente. Mas, por outro lado, comecei a me perguntar: “Por que eu não acabava com tudo simplesmente, tendo em vista o panorama tão sombrio?” Obriguei-me à reflexão. Foi ai que despertei para a vida, ao compreender que havia uma esperança maior dentro de mim, até então ignorada, a qual me impedia de encerrar algo que mal acabara de começar. Descobri também que tal esperança era exigente, pois eu teria que mudar radicalmente. Então, uma nova fé se estabeleceu; interna, silenciosa, mansa, profunda, acolhedora e terrivelmente verdadeira. Deus estivera sempre muito próximo. Eu é que não o percebia comigo. Faltava a minha contribuição. Dali por diante, todas as esperanças deveriam ser depositadas no altar pessoal interior e da luta persistente, e não mais na pedra fria do acaso e da acomodação. A estrada que me levaria aonde eu desejasse seria construída por mim. Eu me guiaria pelos meus propósitos mais íntimos, os únicos capazes de fazer suportar os tempos ruins. Foi ai que eu entendi que era só o começo, e que em mim acabara de abrir uma fresta que fez penetrar um tímido raio de saber sobre a minha imensa ignorância. Não tive dúvida, soube rapidamente que mal tinha aberto os olhos para uma vida maior e incomparavelmente melhor.</p>
<p> *Armando Correa de Siqueira Neto é psicólogo (CRP 06/69637), palestrante, professor e mestre em Liderança. Coautor dos livros Gigantes da Motivação, Gigantes da Liderança e Educação 2006. E-mail: selfcursos@uol.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jm1.com.br/2010/01/fe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
